
Líder da minoria, a oposição, o senador Raimundo Colombo aposta todas as fichas na candidatura ao governo do Estado. Todas mesmo. Tanto que admite não disputar uma eventual reeleição ao senado, caso não conquista a cadeira de Luiz Henrique.
Traduzindo. É candidato ou “pendura as chuteiras”. O salto dado por Colombo no Senado é significativo. Tanto para trás, quanto para frente. Na ré, ao ajoelhar-se na presidência da CPI das Ongs. Na dianteira, ao assumir a liderança oposicionista.
Antes, precisava se inscrever na segunda-feira para falar na quarta, se desse tempo. Agora pode usar o microfone tantas vezes, quanto quiser. Colombo sabe que se não falar, desaparece no Senado. É isso que o move aqui por “Toda Santa Catarina”.
Como pré-candidato Colombo sabe que precisa mostrar serviço. Quase 20% dos projetos do Senado em 2008 saíram do gabinete dele. Lá faz o debate do contraditório. Aqui no Estado, o debate da situação, do apoio e da continuidade.
O senador colocou nas mãos do governador Luiz Henrique a manutenção da polialiança. E sabe tanto quanto o governador, que nenhum nem outro vence sozinho. Entende como legítimo cada partido ter seu projeto, mas defende a polialiança no primeiro turno de 2010.


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